25 de abril, também hoje, também aqui

25 de abril de 2016 na Arca da Noe em Vilar de Santos, por Alfredo Ferreiro 1000 B

25 de abril de 2016 na Arca da Noe em Vilar de Santos, por Alfredo Ferreiro

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“Herberto Hélder e a poesia galega dos 90”, por Luís Mazás López

«Neste artigo, quero fazer memória de retalhos biográficos que aconteceram na Crunha dos anos 90. Foram os anos de juventude, dos que tenho agora saudade, estando servidor a ponto de cumprir os cinquenta. De facto, fui testemunha e partícipe de como se geriu um grupo de poetas herdeiros e continuadores da lírica galaico-portuguesa.

Na faculdade de filologia estudámos a poesia trovadoresca. Ensinaram-nos que os séculos XIV e XV foram o final do esplendor. Os Séculos escuros aconteceram desde o XV ate o XVIII, época na que, no nosso país, a criação literária em língua galega fora nula.

Foi no século XIX, no ressurgimento, quando Carolina Michaëlis de Vasconcelos , Teófilo Braga, Manuel Murguia e Noriega Varela reconheceram a devida contraída das primeiras manifestações líricas.

Eu próprio, como filólogo amante da poesia, quero constatar esta dívida pela lírica galaico-portuguesa. Tenho que agradecer às pessoas coas que compartilhei recitais, leituras comentadas de muitos textos de literatura e cultura galego-portuguesa. Tudo isso motivou a minha intenção de ser um modesto continuador desta lírica.

Aos começos dos noventa, era membro do conselho de redação da revista universitária Gaveta. No número dois da revista, em 1991, publicáramos uma secção de poesia lusófona com poemas de Pedro Casteleiro, Iolanda Aldrei, Ângelo Brea e Alfredo Ferreiro. […] Ler mais

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«Plantar rosas na barbárie», poesia da falésia

«Pois bem, que assim seja! Que minha guerra contra o homem se eternize, já que cada um de nós reconhece no outro sua própria degradação… já que somos ambos inimigos mortais. Quer deva eu conseguir uma vitória desastrosa ou sucumbir, o combate será belo; eu, sozinho contra a humanidade».
Lautréamont, Cantos de Maldoror

Plantar Rosas na Barbárie, por Luís SerguilhaTodos o poemas do livro de Luís Serguilha semelham um único objeto mutante, como que evidenciando as inúmeras perceções que experimentamos do mundo. Há nesta obra um combate contra a moral poética, um desacato ao sentido institucional do verso, e não só da perspetiva formal – por escrever poesia em prosa – , mas também quanto ao sentido percebido, que se torna um autêntico e constante torvelinho semântico. E há até um combate frontal contra a Academia e seus carros de combate, quer dizer, os géneros literários. Devido a isto, já nos atrevemos a vaticinar que o sucesso crítico não vai vir dos âmbitos mais institucionais, ou o que é o mesmo, das retículas clientelares do sistema literário.
Porque Plantar rosas na barbárie implica uma reflexão profunda sobre a nossa perceção do mundo e, neste quadro, mediante a amostra de tantas relações em convívio louco e frutuoso, defende a impossibilidade poética de aquela perspetiva eminentemente racional a que o Sistema pretende vincular-nos. Nada há no mundo de verdadeiramente interessante que se possa perceber racionalmente. Ao contrário, todo o que nos interessa realmente é misterioso, paradoxal, proibido pela moral ou a lei, impronunciável, inabarcável, imensurável… mas profunda e definitivamente desejável.
O desejo e sua fome permanentemente insatisfeita é um dos alicerces desta escrita em que tudo pretende abarcar-se, poetizar-se, mas nunca caçar-se, possuir-se ou controlar-se. O discurso literário surge como nascido de si próprio, e em plena liberdade desenvolve-se mediante um efeito de autogeração mágica. Nada parecido como as fórmulas catalogadoras do Poder. Nada, portanto, desejável para ele. Tudo, como acontece na vida, sempre a bordo da falésia.

{Palavra Comum}

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Novo Clube de Leitura no Concello de Culleredo

Clube leitura literatura galega Culleredo

Novo Clube de Leitura:O Concello de Culleredo decidiu apoiar a miña proposta de crear un Clube de Leitura sobre literatura galega que inclúa sempre a presenza da autora ou do autor… No próximo luns 2 de abril, no ancestral inicio o ano e aínda co apoio da lúa chea tentaremos comezar unha actividade que tentará afinar as nosas sensibilidades, estimular o noso espírito crítico, favorecer a solidariedade e, en definitiva, aumentar as nosas conexións neurais promovendo o pensamento diverxente. […]

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Día Mundial da Poesía en Arteixo 2018

Recital 23 marzo 2018 Dia Poesia Arteixo por Isabel Maturana

Día Mundial da Poesía en Arteixo 2018: Por segundo ano tiven a honra de poder organizar un recital en Arteixo con motivo do Día Mundial da Poesía. Contamos, como o ano pasado, con poetas e poetisas (e poetas e poetisos) do instituto Manuel Murguía de Arteixo, así como con nomes de fóra do Concello. […]

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Este blogue apoia a greve feminista de 8 de março de 2018

Este espazo apoia a folga feminista

Por gentileza de uma queridíssima amiga da Escola Mestre Mateo de Compostela, publicamos esta foto asseverativa do nosso compromisso com a greve feminista de 8 de março de 2018. […]

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Volta a nosa revista galega lusófona: “É com a Palavra que edificamos o Mundo”

palavra comum por marcos ferreiro

«A Revista Palavra Comum está de volta. Vem renovada nas vontades. Ao mais distraído pode parecer estranha, ligeiramente diferente. Mas é ela, a de sempre, a Comum: inquieta, livre e do Mundo. Nela mantém-se a voz de um tempo, os seus sentidos e as suas ânsias. Os seus caminhos longos e de horizontes largos.» […]

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24 de Febreiro: “Un mar que se postra e unha terra que se alza”

No día de Rosalía de Castro, 24 de febreiro, terei a honra de participar no Concurso Poético organizado pola Biblioteca Central Henrique Rabuñal de Arteixo no que colaboramos os membros do Club de Lectura de Arteixo. Mais un ano, será unha honra para min colaborar coas actividades literarias da vila, tanto na homenaxe á tradición galega canto á promoción dos novos valores. […]

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Praia de Coroso (Palmeira, Ribeira, 2016)

Praia de Coroso 2016 Banhista por Alfredo Ferreiro

Praia de Coroso (Palmeira, Ribeira, 2016) por Alfredo Ferreiro […]

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Visita á Escola de Arte e Superior de Deseño Mestre Mateo (II): galería

Visita á Escola de Arte e Superior Mestre Mateo de Santiago de Compostela: galería con fotos de Alfredo Ferreiro. […]

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