Abertura da nova biblioteca do Castrillón

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O 11 de outubro, día triste para o mundo das letras galegas, estabamos de libresca celebración no bairro do Castrillón da Coruña: reabría, despois dunha reforma que a sitúa na máis elegante e práctica modernidade, a biblioteca municipal. Este que hoxe ofrecemos é o vídeo que realizamos através dos seus dous inmensos andares e maravilloso patio interior. O evento foi amenizado polos xenios do mimo e a acrobacia “Pista 4” e polos músicos faiscantes Begoña Rioboo e Xosé Liz, presentado por Isabel Risco e adubado coas palabras de Mercedes Queixas, María Inés Cuadrado, Yolanda Castaño e Xavier Alcalá, entre outros.

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Alfredo Ferreiro nasceu na Corunha em 1969. Estudou Filologia Hispânica e iniciou-se na Teoria da literatura. É membro da Asociación de Escritoras e Escritores en Lingua Galega e da Associaçom Galega da Língua. Tem participado desde 90 em inúmeros recitais de poesia e colaborado em revistas galegas e portuguesas, entre elas Anto e Saudade, sob a direção de António José Queiroz. Na atualidade é membro do Grupo Surrealista Galego. Como crítico tem colaborado em publicações periódicas impressas como A Nosa Terra, @narquista (revista dos ateneus libertários galegos), Protexta (suplemento literário de Tempos Novos), Dorna e Grial, para além de em diversos projetos digitais. De 2008 a 2014 dirigiu, junto com Táti Mancebo, a plataforma de blogues Blogaliza. Desde 2006 é asíduo dos meios eletrónicos, em que se dedica à divulgação da literatura e do pensamento crítico. Atualmente colabora no jornais Praza Pública e Sermos Galiza. A inícios de 2014 fundou, junto com Táti Mancebo e Ramiro Torres, a revista digital de artes e letras Palavra comum, dirigida ao âmbito lusófono. Desde outubro de 2015 é coodenador do Certame Manuel Murguía de Narracións Breves de Arteixo.