E de novo Amadeu Baptista! Agora o Prémio de Poesia João Lúcio

Amadeu BaptistaSe hai poucos días escribía que o amigo Amadeu Baptista gañaba máis un premio de poesía, a sumar outros varios tamén recentes (entre eles o Espiral Maior), agora de novo teño que botar peito fóra polo amigo e informar da consecución dun novo galardón. Será inevitábel en data próxima o Grande Prémio de Poesia da APE – Associação Portuguesa de Escritores? E de seguir así, cando todos os que lle restan, incluído o Camões? Vexamos o seu particular rosario da galardóns:

1985: Prémio José Silvério de Andrade – Foz Côa Cultural; 1993: Prémio Pedro Mir – Revista Plural, na categoria de Língua Portuguesa, México; 2000: Prémio de Poesia e Ficção de Almada; 2004: Prémio Vítor Matos e Sá e Prémio Teixeira de Pascoaes; 2007: Prémio Literário Florbela Espanca, Prémio Nacional de Poesia Sebastião da Gama, Prémio Nacional de Poesia Natércia Freire; 2008: Prémio Internacional de Poesia Palavra Ibérica, Prémio Literário Edmundo Bettencourt – Cidade do Funchal, Prémio Espiral Maior (Galiza/Espanha), Prémio Literário Oliva Guerra / Sintra, Prémio de Poesia João Lúcio.

NOTA DE IMPRENSA: «Amadeu Baptista vence Prémio de Poesia João Lúcio, promovido pela Câmara Municipal de Olhão

A obra ‘Poemas de Caravaggio’, de Amadeu Baptista, venceu a primeira edição do Prémio de Poesia João Lúcio, promovido pela Câmara Municipal de Olhão.
No ano em que se comemoram 200 anos sobre a passagem do lugar de Olhão a “Vila do Olhão da Restauração”, o Município local decidiu criar o Prémio de Poesia João Lúcio, inserido nas Comemorações “Olhão da Restauração – 200 Anos (1808-2008)” e no seguimento da política de valorização da história, cultura, personalidades e tradições olhanenses.

O Prémio de Poesia João Lúcio destina-se a promover e a divulgar o património literário do poeta João Lúcio e a cultura em geral, através do estímulo à criação e dedicação à escrita, sendo que a primeira edição deste Prémio se destinou a galardoar o melhor livro submetido a concurso publicado entre 1 de Janeiro de 2006 e 31 de Maio de 2008.

O júri integrou os escritores Nuno Júdice e Fernando Cabrita e o Professor Doutor Pedro Ferré, da Universidade do Algarve, que decidiu, por unanimidade, atribuir o Prémio à obra ‘Poemas de Caravaggio’, de Amadeu Baptista.

O Prémio de Poesia João Lúcio consiste no montante de 10.000 euros, sendo que a entrega do prémio ocorrerá em data a anunciar pela autarquia de Olhão.

‘Poemas de Caravaggio’ foi publicado pelas Cosmorama Edições, em 2008, e, enquanto obra original, já tinha sido distinguido com o Prémio Nacional de Poesia Natércia Freire, em 2007. A obra está prefaciada pela escritora Joana Ruas.»

Nota: é moi recomedábel esta entrevista sobre a perspectiva creativa do poeta.

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Alfredo Ferreiro nasceu na Corunha em 1969. Estudou Filologia Hispânica e iniciou-se na Teoria da literatura. É membro da Asociación de Escritoras e Escritores en Lingua Galega e da Associaçom Galega da Língua. Tem participado desde 90 em inúmeros recitais de poesia e colaborado em revistas galegas e portuguesas, entre elas Anto e Saudade, sob a direção de António José Queiroz. Na atualidade é membro do Grupo Surrealista Galego. Como crítico tem colaborado em publicações periódicas impressas como A Nosa Terra, @narquista (revista dos ateneus libertários galegos), Protexta (suplemento literário de Tempos Novos), Dorna e Grial, para além de em diversos projetos digitais. De 2008 a 2014 dirigiu, junto com Táti Mancebo, a plataforma de blogues Blogaliza. Desde 2006 é asíduo dos meios eletrónicos, em que se dedica à divulgação da literatura e do pensamento crítico. Atualmente colabora no jornais Praza Pública e Sermos Galiza. A inícios de 2014 fundou, junto com Táti Mancebo e Ramiro Torres, a revista digital de artes e letras Palavra comum, dirigida ao âmbito lusófono. Desde outubro de 2015 é coodenador do Certame Manuel Murguía de Narracións Breves de Arteixo.