Cancioneiro do silêncio, de Pedro Casteleiro

Desfruten o maravilloso recital que Pedro Casteleiro, noso amigo e deste blogue colaborador, ofreceu na Coruña ben acompañado dos dedos-corazón de Manu Clavijo. Poesía de alto nivel no século XXI na cidade de Hércules, obxecto precioso que serve para referenciar o norte poético que nunca debe abandonarnos.

Por cortesía de Celso Álvarez Cáccamo, con certeza o primeiro editor web de varios dos poetas coruñeses de 90, na súa Çopyright podemos descobrir a forza telúrica e a maxia pagá dese fermosísimo Cancioneiro do silêncio. Visiten a páxina, de contidos sorprendentes desde hai moito tempo, e ouzan o recital. É unha moi insistente recomendación para aqueles que gostan de poesía.

A. F.

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Alfredo Ferreiro nasceu na Corunha em 1969. Estudou Filologia Hispânica e iniciou-se na Teoria da literatura. É membro da Asociación de Escritoras e Escritores en Lingua Galega e da Associaçom Galega da Língua. Tem participado desde 90 em inúmeros recitais de poesia e colaborado em revistas galegas e portuguesas, entre elas Anto e Saudade, sob a direção de António José Queiroz. Na atualidade é membro do Grupo Surrealista Galego. Como crítico tem colaborado em publicações periódicas impressas como A Nosa Terra, @narquista (revista dos ateneus libertários galegos), Protexta (suplemento literário de Tempos Novos), Dorna e Grial, para além de em diversos projetos digitais. De 2008 a 2014 dirigiu, junto com Táti Mancebo, a plataforma de blogues Blogaliza. Desde 2006 é asíduo dos meios eletrónicos, em que se dedica à divulgação da literatura e do pensamento crítico. Atualmente colabora no jornais Praza Pública e Sermos Galiza. A inícios de 2014 fundou, junto com Táti Mancebo e Ramiro Torres, a revista digital de artes e letras Palavra comum, dirigida ao âmbito lusófono. Desde outubro de 2015 é coodenador do Certame Manuel Murguía de Narracións Breves de Arteixo.

14 thoughts on “Cancioneiro do silêncio, de Pedro Casteleiro

  1. Pingback: A casa vazia, poema de Pedro Casteleiro | Xalundes

  2. Tatiana Casteleiro

    Pedro,
    Meu pai José higino Casteleiro Boente nasceu em El Ferrol também. Sou do Brasil e tenho dúvidas se temos algum grau de parentesco.

    Você conhece ou já ouviu falar do meu pai?

    Abraços

  3. Tatiana Casteleiro

    Pedro,
    Meu pai José higino Casteleiro Boente nasceu em El Ferrol também. Sou do Brasil e tenho dúvidas se temos algum grau de parentesco.

    Você conhece ou já ouviu falar do meu pai?

    Abraços

  4. Pedro Casteleiro

    Amigos

    a quem conheço e desconheço, fico satisfeito ao saber que, na seqüência deste recital, vos achais mais profundamente assentes, como diria?, no lugar entre as cousas que por natureza vos pertence.

    Estou convosco, de coração, ó buscadores, a pesar dos meus naufrágios, a pesar das vossas derrotas.

  5. Pedro Casteleiro

    Amigos

    a quem conheço e desconheço, fico satisfeito ao saber que, na seqüência deste recital, vos achais mais profundamente assentes, como diria?, no lugar entre as cousas que por natureza vos pertence.

    Estou convosco, de coração, ó buscadores, a pesar dos meus naufrágios, a pesar das vossas derrotas.

  6. José António Lozano

    Que bom, Pedro. Realmente bom. E Manu sem comentários. Certos poetas pode que não se vejam mas havê-los hai-nos!. Um forte abraço

  7. José António Lozano

    Que bom, Pedro. Realmente bom. E Manu sem comentários. Certos poetas pode que não se vejam mas havê-los hai-nos!. Um forte abraço

  8. françois

    Eu tamén quero agradecer a transmisión da palabra do poeta Casteleiro, grazas ao Levantador e a Çopyright, desde o interese particular de quen non chegou a estar no recital. Et, au fait: canta beleza no recitar!

  9. françois

    Eu tamén quero agradecer a transmisión da palabra do poeta Casteleiro, grazas ao Levantador e a Çopyright, desde o interese particular de quen non chegou a estar no recital. Et, au fait: canta beleza no recitar!

  10. Ramiro

    Obrigado por essa transmissão de energia tão especial, baloiçando entre palavra e música, para quem quiser, ou mesmo ousar, beber um bocadinho de universo.

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