Homenaxe da AELG a Ramiro Fonte

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Moi interesante resulta revisar os propósitos do colectivo poético Cravo Fondo, que formaron a finais de 70 Ramiro Fonte, Xesús Rábade Paredes, Xulio L. Valcárcel, Xesús Valcárcel, Félix Vergara e Helena Villar, sobre todo na oposición que defenden entre a perspectiva política e a estética na creación poética, o que deriva para o contraste co posicionamento do grupo Rompente. Moi interesante mesmo para encetar un estudo sobre a existencia destes aspectos na poesía actual.

Cravo Fondo

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Alfredo Ferreiro nasceu na Corunha em 1969. Estudou Filologia Hispânica e iniciou-se na Teoria da literatura. É membro da Asociación de Escritoras e Escritores en Lingua Galega e da Associaçom Galega da Língua. Tem participado desde 90 em inúmeros recitais de poesia e colaborado em revistas galegas e portuguesas, entre elas Anto e Saudade, sob a direção de António José Queiroz. Na atualidade é membro do Grupo Surrealista Galego. Como crítico tem colaborado em publicações periódicas impressas como A Nosa Terra, @narquista (revista dos ateneus libertários galegos), Protexta (suplemento literário de Tempos Novos), Dorna e Grial, para além de em diversos projetos digitais. De 2008 a 2014 dirigiu, junto com Táti Mancebo, a plataforma de blogues Blogaliza. Desde 2006 é asíduo dos meios eletrónicos, em que se dedica à divulgação da literatura e do pensamento crítico. Atualmente colabora no jornais Praza Pública e Sermos Galiza. A inícios de 2014 fundou, junto com Táti Mancebo e Ramiro Torres, a revista digital de artes e letras Palavra comum, dirigida ao âmbito lusófono. Desde outubro de 2015 é coodenador do Certame Manuel Murguía de Narracións Breves de Arteixo.