De que cultura española nos falan?

[kml_flashembed movie="http://www.youtube.com/v/d4B6Hu3z-4A" width="320" height="240" wmode="transparent" /]

De que cultura común nos falan? Que nos ensinan? Que nos inoculan? Que nos obrigan a aprender? Se apañamos a literatura española, ese corpus literario composto por todo o que a españolidade máis nacionalista decidiu engolir, non acontece o mesmo? E no ámbito da historia de España, cando comeza a crearse unha españolidade que se apropia do territorio hispánico (simbólico e real, agora xa completamente através do económico) e deita a irmandade iberista no caixote da desmemoria? Ou, peor aínda, como pode aínda hoxe defenderse esa ideoloxía propia de mentes autoritarias e corazóns corrompidos?

Vía O figurante.

Share

by

Alfredo Ferreiro nasceu na Corunha em 1969. Estudou Filologia Hispânica e iniciou-se na Teoria da literatura. É membro da Asociación de Escritoras e Escritores en Lingua Galega e da Associaçom Galega da Língua. Tem participado desde 90 em inúmeros recitais de poesia e colaborado em revistas galegas e portuguesas, entre elas Anto e Saudade, sob a direção de António José Queiroz. Na atualidade é membro do Grupo Surrealista Galego. Como crítico tem colaborado em publicações periódicas impressas como A Nosa Terra, @narquista (revista dos ateneus libertários galegos), Protexta (suplemento literário de Tempos Novos), Dorna e Grial, para além de em diversos projetos digitais. De 2008 a 2014 dirigiu, junto com Táti Mancebo, a plataforma de blogues Blogaliza. Desde 2006 é asíduo dos meios eletrónicos, em que se dedica à divulgação da literatura e do pensamento crítico. Atualmente colabora no jornais Praza Pública e Sermos Galiza. A inícios de 2014 fundou, junto com Táti Mancebo e Ramiro Torres, a revista digital de artes e letras Palavra comum, dirigida ao âmbito lusófono. Desde outubro de 2015 é coodenador do Certame Manuel Murguía de Narracións Breves de Arteixo.