A mecánica da maxia. Ficción e ideoloxía en Álvaro Cunqueiro, de Manuel Forcadela

Manuel Forcadela debulla o imaxinario nacional moderno antes da década dos sesenta, onde sitúa a obra narrativa de Cunqueiro como unha das pedras basilares do que denomina “modelo romántico”. Un modelo que “vincula o noso imaxinario nacional a unha tradición de natureza telúrica e dionisíaca, sempre establecida no ámbito do irracional e do místico”, e permanentemente orientada ás ansias de transcendentalidade.
Porén, A mecánica da maxia non se detén nesa profunda análise literaria adubada con pertinente aparato teórico-literario e a habitual perspicacia de Forcadela […] (Ler máis no blogue da Editorial Galaxia)

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Alfredo Ferreiro nasceu na Corunha em 1969. Estudou Filologia Hispânica e iniciou-se na Teoria da literatura. É membro da Asociación de Escritoras e Escritores en Lingua Galega e da Associaçom Galega da Língua. Tem participado desde 90 em inúmeros recitais de poesia e colaborado em revistas galegas e portuguesas, entre elas Anto e Saudade, sob a direção de António José Queiroz. Na atualidade é membro do Grupo Surrealista Galego. Como crítico tem colaborado em publicações periódicas impressas como A Nosa Terra, @narquista (revista dos ateneus libertários galegos), Protexta (suplemento literário de Tempos Novos), Dorna e Grial, para além de em diversos projetos digitais. De 2008 a 2014 dirigiu, junto com Táti Mancebo, a plataforma de blogues Blogaliza. Desde 2006 é asíduo dos meios eletrónicos, em que se dedica à divulgação da literatura e do pensamento crítico. Atualmente colabora no jornais Praza Pública e Sermos Galiza. A inícios de 2014 fundou, junto com Táti Mancebo e Ramiro Torres, a revista digital de artes e letras Palavra comum, dirigida ao âmbito lusófono. Desde outubro de 2015 é coodenador do Certame Manuel Murguía de Narracións Breves de Arteixo.