Crimes políticos

Quen destrúe a cultura ou, o que é o mesmo, quen non a defende cando o mandato popular o ordena, é un criminal e, por suposto, un antidemócrata. Criminal, evidentemente, porque atenta contra o patrimonio do país; antidemócrata porque incumpre o pacto democrático que asinou, aquel que o fai responsábel da defensa dos valores esenciais da comunidade.

Lembremos que os gobernantes non gañaron a praza nunha tómbola, senón que prometeron implantar un programa político viábel someténdose a unhas leis que nos obrigan a todos por igual, como cidadáns que somos, gobernantes e gobernados.

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Alfredo Ferreiro nasceu na Corunha em 1969. Estudou Filologia Hispânica e iniciou-se na Teoria da literatura. É membro da Asociación de Escritoras e Escritores en Lingua Galega e da Associaçom Galega da Língua. Tem participado desde 90 em inúmeros recitais de poesia e colaborado em revistas galegas e portuguesas, entre elas Anto e Saudade, sob a direção de António José Queiroz. Na atualidade é membro do Grupo Surrealista Galego. Como crítico tem colaborado em publicações periódicas impressas como A Nosa Terra, @narquista (revista dos ateneus libertários galegos), Protexta (suplemento literário de Tempos Novos), Dorna e Grial, para além de em diversos projetos digitais. De 2008 a 2014 dirigiu, junto com Táti Mancebo, a plataforma de blogues Blogaliza. Desde 2006 é asíduo dos meios eletrónicos, em que se dedica à divulgação da literatura e do pensamento crítico. Atualmente colabora no jornais Praza Pública e Sermos Galiza. A inícios de 2014 fundou, junto com Táti Mancebo e Ramiro Torres, a revista digital de artes e letras Palavra comum, dirigida ao âmbito lusófono. Desde outubro de 2015 é coodenador do Certame Manuel Murguía de Narracións Breves de Arteixo.