Benvido, Xoán Abeleira!

Damos a benvida á Blogaliza ao amigo Xoán Abeleira, autor do máis que recomendábel poemario Animais Animais (Espiral Maior, 2000), en 2009 editado en bilingüe por Bartleby Editores e que en breve teremos ocasión de referenciar aquí. Son imprescindíbeis as súas traducións de Rimbaud, os surrealistas, Lawrence, Plath e Hughes, ademais das súas accións poéticas sobre os escenarios.

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Alfredo Ferreiro nasceu na Corunha em 1969. Estudou Filologia Hispânica e iniciou-se na Teoria da literatura. É membro da Asociación de Escritoras e Escritores en Lingua Galega e da Associaçom Galega da Língua. Tem participado desde 90 em inúmeros recitais de poesia e colaborado em revistas galegas e portuguesas, entre elas Anto e Saudade, sob a direção de António José Queiroz. Na atualidade é membro do Grupo Surrealista Galego. Como crítico tem colaborado em publicações periódicas impressas como A Nosa Terra, @narquista (revista dos ateneus libertários galegos), Protexta (suplemento literário de Tempos Novos), Dorna e Grial, para além de em diversos projetos digitais. De 2008 a 2014 dirigiu, junto com Táti Mancebo, a plataforma de blogues Blogaliza. Desde 2006 é asíduo dos meios eletrónicos, em que se dedica à divulgação da literatura e do pensamento crítico. Atualmente colabora no jornais Praza Pública e Sermos Galiza. A inícios de 2014 fundou, junto com Táti Mancebo e Ramiro Torres, a revista digital de artes e letras Palavra comum, dirigida ao âmbito lusófono. Desde outubro de 2015 é coodenador do Certame Manuel Murguía de Narracións Breves de Arteixo.

4 thoughts on “Benvido, Xoán Abeleira!

  1. Xoán Abeleira

    Muito obrigado, Luis, polas túas palabras. Eu tamén seguirei a túa andaina!

    Unha forte aperta dende A FIN DA TERRA,

  2. Luis Maças

    Benvido Xoan Abeleira. Conhecimo-nos há alguns anos num acto organizado pola editora de Espiral Maior. Agora ei de seguir as tuas pegadas na areia virtual galega: o levantador de minas.
    Parabéns.

    Luís Maças. lismalop5@hotmail.com

  3. Xoán Abeleira

    Ai, Ramiro! Confórmome coa prata, mesmo co cobre! Pero grazas. Muito obrigado.
    Apertas, Meu.

  4. Ramiro

    Parabéns pela tua independência e os saberes que partilhas nos teus trabalhos.
    Um abraço virtual à espera do real, e graças por seguir a procurar o ouro do tempo, como dizia o grande André.

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