O surrealismo portugués perto de nós

 

Galicia Hoxe: «Os artistas Mário Cesariny e Artur Cruzeiro Seixas, representantes históricos do surrealismo portugués, expoñen dende onte na compostelá Casa da Parra unha selección da súa obra na mostra Benvidos a Elsinore. […]».Nada me interesou tanto en poesía como o surrealismo portugués. Este ano visitei as terras do Tâmega de tiven a oportunidade de ollar as casas de Teixeira de Pascoaes, António Nobre e Artur Cruzeiro Seixas. Deste último poden desfrutarse varias obras no Museu de Amarante, ao que tan oportunamente nos guiou este verán o amigo António José Queirós. Teño pendente ofrecervos unha reportaxe daquela inesquecíbel visita.
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Alfredo Ferreiro nasceu na Corunha em 1969. Estudou Filologia Hispânica e iniciou-se na Teoria da literatura. É membro da Asociación de Escritoras e Escritores en Lingua Galega e da Associaçom Galega da Língua. Tem participado desde 90 em inúmeros recitais de poesia e colaborado em revistas galegas e portuguesas, entre elas Anto e Saudade, sob a direção de António José Queiroz. Na atualidade é membro do Grupo Surrealista Galego. Como crítico tem colaborado em publicações periódicas impressas como A Nosa Terra, @narquista (revista dos ateneus libertários galegos), Protexta (suplemento literário de Tempos Novos), Dorna e Grial, para além de em diversos projetos digitais. De 2008 a 2014 dirigiu, junto com Táti Mancebo, a plataforma de blogues Blogaliza. Desde 2006 é asíduo dos meios eletrónicos, em que se dedica à divulgação da literatura e do pensamento crítico. Atualmente colabora no jornais Praza Pública e Sermos Galiza. A inícios de 2014 fundou, junto com Táti Mancebo e Ramiro Torres, a revista digital de artes e letras Palavra comum, dirigida ao âmbito lusófono. Desde outubro de 2015 é coodenador do Certame Manuel Murguía de Narracións Breves de Arteixo.