O novo Culturgal, agora atendendo a lusofonía

«A Feira das Industrias Culturais galegas abre mañá no Pazo da Cultura de Pontevedra como o gran fogar da cultural galega, coas portas e ventás abertas para toda a sociedade. Constitúe un espazo de construción colectiva con todas as súas estancias -o salón, o patio, o faiado, a recámara, o cuarto dos nenos e os corredores- cheas de música, literatura, creación audiovisual, artes escénicas, deseño e novas tecnoloxías; unha mostra da unión sectorial e da solidez profesional da nosa cultura. Con horario de 11h a 21h e de acceso gratuíto, ata o domingo 28 ofrecerá a posibilidade de gozar de máis de 150 horas de actividades programadas. […]»

Vía Culturgal.

«A Associaçom Galega da Língua (AGAL) estará presente na ediçom do Cultural mais virada para a Lusofonia, de 26 a 28 de novembro. A presença da entidade reintegracionista será mediante duas marcas criadas neste ano, a ATRAVÉS|EDITORA e a loja Imperdível, ambas apostas estratégicas da associaçom.

Mercê a estes dous projetos complementares, agora realidades consolidadas, o público que se aproximar ao stand agálico poderá conhecer de primeira mão as novidades editoriais, assinadas por poderosos nomes como os de Carlos Taibo, Ugia Pedreira, ou Séchu Sende, sem esquecer a pertinente olhada a clássicos como Castelão, ou ao magnífico trabalho da Comissom Lingüística da AGAL. […]»

Vía A AGAL estará presente no Culturgal mais virado para a Lusofonia.

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Alfredo Ferreiro nasceu na Corunha em 1969. Estudou Filologia Hispânica e iniciou-se na Teoria da literatura. É membro da Asociación de Escritoras e Escritores en Lingua Galega e da Associaçom Galega da Língua. Tem participado desde 90 em inúmeros recitais de poesia e colaborado em revistas galegas e portuguesas, entre elas Anto e Saudade, sob a direção de António José Queiroz. Na atualidade é membro do Grupo Surrealista Galego. Como crítico tem colaborado em publicações periódicas impressas como A Nosa Terra, @narquista (revista dos ateneus libertários galegos), Protexta (suplemento literário de Tempos Novos), Dorna e Grial, para além de em diversos projetos digitais. De 2008 a 2014 dirigiu, junto com Táti Mancebo, a plataforma de blogues Blogaliza. Desde 2006 é asíduo dos meios eletrónicos, em que se dedica à divulgação da literatura e do pensamento crítico. Atualmente colabora no jornais Praza Pública e Sermos Galiza. A inícios de 2014 fundou, junto com Táti Mancebo e Ramiro Torres, a revista digital de artes e letras Palavra comum, dirigida ao âmbito lusófono. Desde outubro de 2015 é coodenador do Certame Manuel Murguía de Narracións Breves de Arteixo.