Jaureguizar e Xabier Cid discuten sobre o ‘caso Houellebecq’

Jaureguizar: «Vén sendo como se alguén usa un programa informático gratuíto para dar clase e diso se deduce que renuncia ao seu dereito a cobrar por dar aulas de informática.»

Xabier: «Se en vez de coller os contidos da wikipedia collese as letras de Prince tería que pagar por elas, e unha pastaza, por moito que fose un anaco menor. O tamaño, como ben sabe vostede baixo as leis francesas (e as españolas) non importa.»

Recomendamos vivamente o diálogo en UN PIRATA REBENTA A HOUELLEBECQ POR USAR ESTE A WIKIPEDIA – CABARET VOLTAIRE. Tamén en Virus somos | de mares, portos e portas.

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Alfredo Ferreiro nasceu na Corunha em 1969. Estudou Filologia Hispânica e iniciou-se na Teoria da literatura. É membro da Asociación de Escritoras e Escritores en Lingua Galega e da Associaçom Galega da Língua. Tem participado desde 90 em inúmeros recitais de poesia e colaborado em revistas galegas e portuguesas, entre elas Anto e Saudade, sob a direção de António José Queiroz. Na atualidade é membro do Grupo Surrealista Galego. Como crítico tem colaborado em publicações periódicas impressas como A Nosa Terra, @narquista (revista dos ateneus libertários galegos), Protexta (suplemento literário de Tempos Novos), Dorna e Grial, para além de em diversos projetos digitais. De 2008 a 2014 dirigiu, junto com Táti Mancebo, a plataforma de blogues Blogaliza. Desde 2006 é asíduo dos meios eletrónicos, em que se dedica à divulgação da literatura e do pensamento crítico. Atualmente colabora no jornais Praza Pública e Sermos Galiza. A inícios de 2014 fundou, junto com Táti Mancebo e Ramiro Torres, a revista digital de artes e letras Palavra comum, dirigida ao âmbito lusófono. Desde outubro de 2015 é coodenador do Certame Manuel Murguía de Narracións Breves de Arteixo.