História de um guarda-chuva vermelho

«A música de Karlheinz Stockhausen, pertencente à obra Tierkreis, da qual se extrai este Gemini (1975), foi interpretada na XLI Semana de Música do Córpus de Lugo, pelo Black Cage Ensemble (com Antonio Badenas, oboé, e Alejandro Troya, saxo tenor) com videoprojeções de Xacobe Meléndrez. Do mesmo jeito em que se estabelece um diálogo entre música e imagem, produz-se a conexão do vídeo com o poema de Alfredo Ferreiro, o resultado é uma peça artística multidisciplinar sugestiva e ambígua, que aprofunda na identidade e a experiência e se abre a múltiplas interpretações.
Xacobe Meléndrez Fassbender»

História de um guarda-chuva vermelho from NoTobo do Raposo on Vimeo.

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Alfredo Ferreiro nasceu na Corunha em 1969. Estudou Filologia Hispânica e iniciou-se na Teoria da literatura. É membro da Asociación de Escritoras e Escritores en Lingua Galega e da Associaçom Galega da Língua. Tem participado desde 90 em inúmeros recitais de poesia e colaborado em revistas galegas e portuguesas, entre elas Anto e Saudade, sob a direção de António José Queiroz. Na atualidade é membro do Grupo Surrealista Galego. Como crítico tem colaborado em publicações periódicas impressas como A Nosa Terra, @narquista (revista dos ateneus libertários galegos), Protexta (suplemento literário de Tempos Novos), Dorna e Grial, para além de em diversos projetos digitais. De 2008 a 2014 dirigiu, junto com Táti Mancebo, a plataforma de blogues Blogaliza. Desde 2006 é asíduo dos meios eletrónicos, em que se dedica à divulgação da literatura e do pensamento crítico. Atualmente colabora no jornais Praza Pública e Sermos Galiza. A inícios de 2014 fundou, junto com Táti Mancebo e Ramiro Torres, a revista digital de artes e letras Palavra comum, dirigida ao âmbito lusófono. Desde outubro de 2015 é coodenador do Certame Manuel Murguía de Narracións Breves de Arteixo.

One thought on “História de um guarda-chuva vermelho

  1. Quizais un soño de papoula: durar tanto -a penas- a xogar co aire e os trompicóns, libre. O arriscado xogo de sentir e sentirse até acabar no mar -o que o mar trae, o mar o leva-. E o suspense -para quen mira- de se se vai romper ou non e cándo, o corazón.
    Parabéns para todas as persoas participantes-
    Grazas por compartir e apertas,
    Eva Veiga

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