“Chafallada no Centro Pen de Galicia”

centro pen galiciaLaduda.net continua interessada por descobrir as incoerências do Centro Pen Galicia. O mistério maior, para mim, é o terrível silêncio que apresa a maior parte da intelectualidade deste país. Hoje, Luís González Tosar ataca-me desde a página Biosbardia sem que ninguém me tenha contactado sequer para me avisar. Enquanto preparo uma contestação apropriada, referencio agora este artigo de há três dias já que por agora o senhor Tosar não se molestou em discutir.

«O MONO SAPIENS / Non son mico de moito falar. Pero o que ven sucedendo no Centro Pen Galicia, delegación no país do Pen Club Internacional, merece un par de toques serios, porque amosa de maneira moi nítida e evidente o que segue a ser este país de trapalladas, enchufados e inmundicias.

A semana pasada celebráronse eleccións para renovar a xunta directiva do organismo, que leva máis de vinte anos dirixida por Luis González Tosar, poeta arrimado ao poder desde os tempos de Manuel Fraga, xa finado, na presidencia da Xunta; e de Xesús Pérez Varela, ideólogo da Cidade da Cultura nos seus tempos de conselleiro, e hoxe fuxido, refuxiado ou retirado, vaia vostede a saber, nas lonxanas terras de Ecuador.

Ao que imos. As eleccións no Pen Clube galego están cheas de irregularidades, contrastadas por este primate con varios socios do mesmo […]». {Ler mais em Chafallada no Centro Pen de Galicia}

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Alfredo Ferreiro nasceu na Corunha em 1969. Estudou Filologia Hispânica e iniciou-se na Teoria da literatura. É membro da Asociación de Escritoras e Escritores en Lingua Galega e da Associaçom Galega da Língua. Tem participado desde 90 em inúmeros recitais de poesia e colaborado em revistas galegas e portuguesas, entre elas Anto e Saudade, sob a direção de António José Queiroz. Na atualidade é membro do Grupo Surrealista Galego. Como crítico tem colaborado em publicações periódicas impressas como A Nosa Terra, @narquista (revista dos ateneus libertários galegos), Protexta (suplemento literário de Tempos Novos), Dorna e Grial, para além de em diversos projetos digitais. De 2008 a 2014 dirigiu, junto com Táti Mancebo, a plataforma de blogues Blogaliza. Desde 2006 é asíduo dos meios eletrónicos, em que se dedica à divulgação da literatura e do pensamento crítico. Atualmente colabora no jornais Praza Pública e Sermos Galiza. A inícios de 2014 fundou, junto com Táti Mancebo e Ramiro Torres, a revista digital de artes e letras Palavra comum, dirigida ao âmbito lusófono. Desde outubro de 2015 é coodenador do Certame Manuel Murguía de Narracións Breves de Arteixo.