Santiago de Compostela, convidada de honra na Feira de Buenos Aires

feria del libro de buenos aires 2016 2

Santiago de Compostela, convidada de honra na Feira de Buenos Aires: vídeo oficial da Feria Internacional del libro de Buenos Aires 2016. […]

Share

Vencedores no Certame literário de Arteijo

certame manuel murguia de arteixo vencedores 2016 por nifunifa 1000px

Prémios do 25º Certame de narracións breves Manuel Murguía de Arteixo: 1º Prémio, com 4.000 € e a publicação da obra, para o relato “Hai patios de luces tristes”, de Diego Giráldez; 2º Prémio, com 500 € e a publicação da obra, para o relato “O mérito da chuva”, de Carlos Quiroga; 3º Prémio, com 300 € e a publicação da obra, para o relato “A aranha de Sidney”, de José António Lozano. […]

Share

Cultura que Une 2016

Cultura que une 2016 - Díptico A4 (PT) A

Programa de Cultura que Une 2016: Maio em Ponte-Vedra – Junho em Vila Real. […]

Share

Finalistas do “Certame de Narracións Breves Manuel Murguía de Arteixo”

Reunido o xurado o pasado 30 de abril, a organización do Certame de Narracións Breves Manuel Murguía de Arteixo anuncia os finalistas e céntrase na cerimonia de entrega de premios que se celebrará o próximo 13 de maio, venres, ás 19:30 no Centro Cívico do Concello de Arteixo. […]

Share

“odesexo” coletivo

odesexo obra plástica e poética

odesexo obra plástica e literaria galega. Artistas: Maside, Pardiñas, Riveiro. Poetas: Ramón Neto, Verónica Martínez, Lino Braxe, Emma Pedreira, Eli Ríos, Eduardo Estévez, Mercedes Leobalde, Alberte Momán, Antonio G. Teijeiro, Miguel Mato, Paco de Tano, Xosé Iglesias, Paco Souto. […]

Share

Manuel Rivas: “Cátedra Galicia-América”

Manuel Rivas participa na apresentação da Cátedra Galicia América. Sermos Galiza: «Coincidindo coa Feira do Libro de Bos Aires inaugúrase o vindeiro martes 26 a Cátedra Galicia-América na Universidade Nacional de San Martín apadriñada por Manuel Rivas. Con esta xa son tres as cátedras de estudos galegos que operan na cidade porteña.» […]

Share

Revista DiVersos 23

revista diversos 23

Prometia a DiVersos abrir mais sua porta a galegos e assim foi que aconteceu no número 23, outorgando à minha poesia um espaço que muito me honra e mais hei de agradecer. É uma mostra indubitável de que a natural irmandade galaica ancestral continua a ser honrada além do Minho, e que muito mais nestes tempos havemos de nos esforçar por alimentar. Eis alguns dos poemas que publiquei na revista por cortesia do amigo José Carlos Marques:

Não me digais que andar é cozinhar os passos com tempero amargo, mastigar depressa a brisa dum amor pequeno, vender a barriga ou por palha trocá-la. Se as asas do amor não fossem para a nossa alma outras esmolas nos darão reinados no coração certo dum amor mais amplo. Não castigueis essa pena, símbolo errático, ligeiro coração dum diminuto destino a toda a parte aberto.

[Anto, nº 2, Amarante: 1997]

***

Frágua

No vapor do aço que por tudo se estende ascendem as almas de pássaros esquálidos. Nasceram nas mãos sudorosas do entardecer, quando uma cadeia de corações atingia um calor vulcânico. Quando o espaço ardia na lareira dos sentidos. Era a festa dos gritos, a roda dos pés ardentes sobre a prancha zincada das horas: uma febre que a noite não conseguia emudecer. A vida neste lugar tem suas próprias regras, governa-se pela combinação de engrenagens e fantasmas. São forças contrárias trançadas pelo acaso, uma singular e perversa protuberância do mundo que só em cativeiro se reproduz.

[Metal central, A Corunha (Galiza): 2009]

***

Desvelado

I Desvelado o poeta vê-se obrigado a desfazer-se da pedra que lhe nasce na mão.

Lança a pedra para o lado e segue o caminho que esta descreve na parábola da inspiração.

O poeta lança a pedra e pousa a mão no peito. Protege assim um castelo em que cada ameia é um verso erguido e a ponte tendida uma oferta para visitar os museus do amor.

Lança o poeta a pedra e pousa a mão no peito. Uma antiga dor alimenta com tinta e pedras um manso dragão.

II Desvelado o poeta tece uma prenda única com fio sentimental.

Veste de branco o medo, veste de verde o deserto, veste sem roupa o amor.

Porque o amor é nudista.

III Desvelado o poeta sorve uma paixão no silêncio.

No silêncio em que mana a lágrima do sol.

IV Desvelado o poeta descobre o mistério irresolúvel.

Uma verdade solúvel no coração.

[Inéditos, de Teoria das ruínas]

***

DiVersos: «A natureza foi desde sempre um dos temas predominantes da poesia universal e com especial força em algumas épocas. Modernamente, sobretudo a partir da segunda metade do século XX, essa presença tem vindo a apagar-se, com o ser humano e os horizontes humanos a ocupar quase exclusivamente a boca da cena. Nas exceções, nota-se que, tanto ou mais que a admiração, a contemplação ou exaltação de épocas anteriores, se observa a par delas a consciência e o lamento da sua destruição pela civilização (ou barbárie) atual em grau historicamente nunca igualado. Contemplação, exaltação e requiem estão presentes nos três poetas – paulo da costa, Reiner Kunze e Ricardo Lima – com que aqui se inicia a etiqueta «Poesia e Natureza». Tal não quer dizer que a temática destes poetas seja exclusivamente a natureza. Mas apenas que a sua poesia, pelo menos nos poemas aqui inseridos, tem a natureza como presença forte. E, claro, haverá poemas que, sem essa etiqueta, a poderiam ter. É já o caso neste número do poema «A ornitoptera», de Guido Gozzano.

Páginas: variável (160 no nº23) Preço: 10€ ISSN: 1645-474X

Alfredo Ferreiro abre este número, na sequência do nosso renovado interesse pela poesia da Galiza (ver n.º 21). O seu nome consta da lista de poetas traduzidos que inserimos em cada número. É apenas uma maneira de referir a inclusão de poesia em galego. Versão, mais que tradução. Segundo a opção deste autor, a sua é escrita de acordo com a norma linguística de âmbito lusófono.

Dentre os poetas traduzidos destacamos a poetisa búlgara Zlatka Timenova, que escreve também em francês, de ambas as línguas traduzindo-se a ela própria para português. A autora trabalha e vive em Lisboa. É apenas a terceira língua eslava que a DiVersos inclui em tradução e a primeira em búlgaro, seguindo-se ao polaco (uma única vez) e ao russo (várias vezes). Desta última língua, um dos dois tradutores anteriormente incluídos é italiano, traduz para português e mora em Moscovo.

A DiVersos é talvez a publicação de língua portuguesa que mais poetas gregos traduz. Neste número inserem-se poemas de Michalis Ganás, mais uma vez em tradução de Rosa Salvado Mesquita. Ganás tinha já sido incluído há alguns anos na DiVersos em tradução de Manuel Resende.

Acrescem ainda neste número traduções do neerlandês (Remco Camport) e alemão (Francisca Stoecklin e Reiner Kunze).

Em língua portuguesa temos presentes neste número poetas portugueses como Isabel Cristina, Jorge Reis-Sá, Paulo Borges, Paulo Malekith e Ricardo Lima, pela primeira vez. Quanto a Deodato Santos, a Luís Quintais, e ao poeta luso-canadiano paulo da costa, colaboraram já antes pelo menos uma vez nesta série.

E temos também, na nossa língua comum, poetas brasileiros. Dois poetas que começaram a publicar no terceiro quartel do século XX, Anderson Braga Horta e Aricy Curvello. Deste último, «O Acampamento» pode considerar-se um curto poema épico da fronteira florestal do Brasil. De um poeta mais jovem, que já antes figurou na DiVersos, Wladimir Saldanha, inclui-se entre outros o poema «O Terceiro Mar», para nós notável também pela tessitura entrelaçada de temas da cultura e da história brasileira e portuguesa. Continuamos ainda a publicar jovens poetisas e poetas brasileiros graças aos bons ofícios de Elisa Andrade Buzzo, desta vez Greta Benítez e Izabela Orlandi. .

A DiVersos não tem distribuição comercial e apenas pode ser comprada diretamente ao editor, seja em números avulso seja em assinatura. Os números da DiVersos do n.º 2 (n.º 1 esgotado) ao n.º 15 custam €2,00 cada, os seguintes, €10,00 cada. Portes de correio variáveis conforme o peso. Para assinar uma série de quatro números (em Portugal: €30,00, para o estrangeiro, €38,00) ou para informações ou dúvidas, use os contactos gerais da página. Os novos assinantes ou os assinantes que renovem assinatura são convidados a escolher um dos títulos de poesia das Edições Sempre-em-Pé, que lhe será enviado gratuitamente como expressão de boas-vindas.»

Share

Cesáreo Sánchez no Festival Internacional de Poesia da Feira de Buenos Aires

feria del libro de buenos aires 2016 2

Cesáreo Sánchez no Festival Internacional de Poesia da Feira de Buenos Aires […]

Share