Raias Poéticas: Afluentes Ibero-Afro-Americanos de Arte e Pensamento

Raias do pensamento e da arte Ibero-Afro-Americana

Hoje saímos para navegar no Raias Poéticas 2017. Deixaremo-nos levar pelas correntes, exploraremos seus afluentes e tal vez encontremos um novo “Eldorado” mais perto da nossa casa do que cabia pensar…Grato desde já pelo convite do Tiago Alves Costa e do Luís Serguilha, e feliz de contar na expedição galega com a companhia da Joana Magalhães, da Teresa Moure e do Ramiro Torres. Águas ricas em poesia e pensamento livre aguardam por nós, com certeza…
Afluentes Ibero-Afro-Americanos de Arte e Pensamento

«projectar Raias do pensamento e da arte Ibero-Afro-Americana

_________potencializar a criatividade artística, o pensamento como experiência dançante, a interrelacionalidade, a sismologia das sensações, as mutabilidades, as correntezas transfronteiriças das línguas poéticas ibero-afro-americanas, os movimentos giratórios da interrogação estética

_________aproximar a diversidade, as forças das resistências-vivas, as geografias do nomadismo, as intensidades migratórias, as heterogeneidades dos fluxos cortantes.

_________ecoar as multiplicidades, as redobras, a profusão das diferenças, os espelhos dos entre-cruzamentos, criando uma zona de vozes singulares, vozes-devires________holomovimento antecipador da vida.»

{Raias Poéticas}

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Alfredo Ferreiro nasceu na Corunha em 1969. Estudou Filologia Hispânica e iniciou-se na Teoria da literatura. É membro da Asociación de Escritoras e Escritores en Lingua Galega e da Associaçom Galega da Língua. Tem participado desde 90 em inúmeros recitais de poesia e colaborado em revistas galegas e portuguesas, entre elas Anto e Saudade, sob a direção de António José Queiroz. Na atualidade é membro do Grupo Surrealista Galego. Como crítico tem colaborado em publicações periódicas impressas como A Nosa Terra, @narquista (revista dos ateneus libertários galegos), Protexta (suplemento literário de Tempos Novos), Dorna e Grial, para além de em diversos projetos digitais. De 2008 a 2014 dirigiu, junto com Táti Mancebo, a plataforma de blogues Blogaliza. Desde 2006 é asíduo dos meios eletrónicos, em que se dedica à divulgação da literatura e do pensamento crítico. Atualmente colabora no jornais Praza Pública e Sermos Galiza. A inícios de 2014 fundou, junto com Táti Mancebo e Ramiro Torres, a revista digital de artes e letras Palavra comum, dirigida ao âmbito lusófono. Desde outubro de 2015 é coodenador do Certame Manuel Murguía de Narracións Breves de Arteixo.

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