25 de abril, também hoje, também aqui

25 de abril de 2016 na Arca da Noe em Vilar de Santos, por Alfredo Ferreiro 1000 B

25 de abril de 2016 na Arca da Noe em Vilar de Santos, por Alfredo Ferreiro

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Praia de Coroso (Palmeira, Ribeira, 2016)

Praia de Coroso 2016 Banhista por Alfredo Ferreiro

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A Chola na Corunha (Chola a it Girl)

Que confortável resulta ver uma obra divertida desde o galinheiro!

Fotografia de Chola por Alfredo Ferreiro no Teatro Rosalia da Corunha 2018

Alfredo Ferreiro, Laura Villaverde e Tiago Alves Costa.

{Cf. Artesacia Transmedia}

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Conteúdos digitais

Fotografia Conteúdos digitais por Alfredo Ferreiro. Bruxelas, 2015.

Conteúdos digitais, por Alfredo Ferreiro. Bruxelas, 2015.

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Gata em chão de erva fria

Gata em chão de erva fria por Alfredo Ferreiro

“Gata em chão de erva fria” é uma fotografia de Alfredo Ferreiro tirada na Pedreira de Arteijo (Galiza) em 2016.

{Palavra Comum}

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O mal sempre espreita

O mal sempre espreita

“O mal sempre espreita” é uma fotografia de Alfredo Ferreiro tirada em Arteijo (Praia da Ucha) em 2016.

{Palavra Comum}

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Arquitetura vegetal

Arquitetura vegetal por Alfredo Ferreiro

{Palavra comum}

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Céu diminuto

Céu diminuto foto de Alfredo Ferreiro

Arteijo, primavera de 2016. {Palavra Comum}

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Liberdade, do Grupo Surrealista Galego

Liberdade, caixa de artistas ou objeto-livro criado polo Grupo Surrealista Galego e produzido artesanalmente por Manchea a partir da versão galega do poema homónimo de Paul Eluard, realizada por Xoán Abeleira. Com gravuras de Alba Torres, Ana Zapata, Alfredo Ferreiro, Laura Sánchez e Tono Galán.

À venda aqui. Contato: Laura Sánchez e Tono Galán: mailsamanchea@gmail.com.

Nota: A foto acima foi tirada na apresentação do Natal de 2015, em que os aviões da Liberdade voárom de novo.

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Pela tolerância ortográfica

A Teresa Barro

Cansado de escrever assim ou assám
com letras de cá ou de lá
concebo a ideia de escrever
com os dedos cheios de merda.
Escrever um poema
que cheirasse como uma bubela,
as fístulas explodindo
e os vómitos rarefeitos da cultura
que nos foi dado sorver
a causa das marés poluídas
das políticas nacionais,
dos negócios da política,
esgotos em que os poderosos
deitam as luvas depois de mexer
os intestinos larvados da pátria.
A pútrida pátria
que sob uma bandeira erradica
a liberdade, a democracia e a arte
gostava que morresse de vez.
Numa nova mátria
galega, portuguesa e ibérica
é que devíamos renascer.

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