#Periferias ~ Noroeste Videocamp 2017

#Periferias é o noso proxecto audivisual dentro do Noroeste Videocamp 2017 de Coruña Dixital. Esta é unha pequena mostra da visión “periférica” do Festival Noroeste Estrella Galicia 2017 por un inspirado equipo composto por Inés Pose, Nerea Mesías, Jorge Lama e mais eu.

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“Luz aprisionada”, Paula Gómez del Valle & Alfredo Ferreiro

Fotografia Luz aprisionada por Paula Gomez del Valle

Nossa amiga Paula Gómez del Valle vém de associar esta fotografia sua a um poema meu do livro Versos fatídicos (1994-2010), editado pelas Edicións Positivas em 2011.  O poema faz parte de um pequeno grupo de três textos automáticos que, sob o título “A aliá que nos mostra o caminho ~ Homenagem a Viola”, nasceu a partir da obra do pintor Manuel Viola. A fotografia, que não tinha título, por acordo mútuo passa a levar como título o segundo verso do poema que a seguir reproduzimos:

Caminho da trovoada
uma luz aprisionada.
Um instante de luxúria
antes do amanhecer do metal.
Uma catedral de gozo
e na mão o medo
fechando a compostura.
A lâmpada do coração a piscar
como uma torre quase extinta.
A distinção é precisa.
O ângulo, adverso.
A amizade dos astros,
demasiado custosa.

{Palavra Comum}

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“Cándido en la Asamblea”, de José Juan Díaz Trillo

Candido en la Asamblea na Corunha em 2017 por Alfredo Ferreiro

Apresentação ontem do livro Cándido en la Asamblea, de José Juan Díaz Trillo no “Ámbito Cultural de El Corte Inglés” na Corunha. Com a presença do autor, assim como de Ricardo García Mira, Pilar García de la Torre, Xavier Alcalá e José Manuel Blanco.

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Apresentação de “Ágora”, de Samuel Pimenta

Apresentação do livro Ágora na livraria Sisargas da Crunha (Galiza), com Pedro Campos (música e voz), Iolanda Aldrei, Pedro Casteleiro e o próprio Samuel Pimenta.

{Palavra Comum}

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Gata em chão de erva fria

Gata em chão de erva fria por Alfredo Ferreiro

“Gata em chão de erva fria” é uma fotografia de Alfredo Ferreiro tirada na Pedreira de Arteijo (Galiza) em 2016.

{Palavra Comum}

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O mal sempre espreita

O mal sempre espreita

“O mal sempre espreita” é uma fotografia de Alfredo Ferreiro tirada em Arteijo (Praia da Ucha) em 2016.

{Palavra Comum}

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Arquitetura vegetal

Arquitetura vegetal por Alfredo Ferreiro

{Palavra comum}

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Quedam poucos como Narf

Santiago Auserón Juan Perro e Fran Pérez Narf: homenaxe a Pepe Rubianes en Vilagarcía (2/2). Foto de Alfredo FerreiroPenso que poucos restam como ele, com tanto talento, tanta multidisciplinaridade e com tamanho espírito tribalista. Gostava nos últimos tempos, em que tantas atitudes reacionárias semelham querer impedir o progresso individualizado do país (a direita, como sempre) e até não deixar-nos evoluir (a esquerda) para as novas fórmulas que o iminente futuro reclama, de imaginar que uns dos capitães induvidáveis do necessário Tempo Novo havia de ser o Fran Pérez ‘Narf’. Agora só poderemos contar com a sua permanente presença nos nossos corações. É uma dura lição que devemos apreender: que o tempo foge e que é preciso aproveitá-lo enquanto os nossos irmãos permanecem ao nosso lado. Logo tudo pode ser bem mais difícil.

Trago para aqui estas fotos tiradas em 2009 aquando da homenagem ao Pepe Rubianes, aonde nos coubo a honra de apresentar-lhe o Santiago Auserón, artista que já nunca deixou de valorizá-lo, como podereis ver nos vídeos que ofereço a seguir. Do último disco com a Uxia, Baladas da Galiza imaxinaria, o artista saragoçano opinava no verão de 2015 que havia de ser uma obra realmente marcante, não só na Galiza mas no panorama espanhol.

Naquele encontro de Vila-Garcia apresentamo-nos como admiradores seus, no que só acreditou quando lhe demonstramos que cantávamos de cor todas as canções que criara para Rio Bravo, do grupo de teatro Chévere, mais de vinte anos antes. “Quedan poucos coma el”, é certo, mas  com certeza a sua musa ha de nos guiar polo melhor caminho.

Fotos e vídeos: Alfredo Ferreiro.

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O vazio está cheio de esperança

Há um mistério que se torna atraente quando o mundo conhecido é limitado, geométrico até à náusea, andado de mais, com suas rugas e estrias sempre as mesmas. É o vazio, então, uma hipótese para a arte, para a descoberta da beleza e para o encontro com o Amor que a vida nos reserva.

{Palavra comum}

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Entrevista a Renato Roque: “Também as memórias necessitam ser salvas”

Renato Roque por Henrique Borges (excerto)Renato Roque apresentou em Morille (Salamanca) e em Carviçais (Trás-os-Montes), no contexto do PAN 2016, um trabalho fotográfico que implica um estudo das similitudes e diferenças faciais das pessoas. Como agora somos amigos, vamos lhe pedir que nos conte em que consistiu exatamente. Por favor, Renato, fala à vontade do projeto…

Renato Roque: Arquivo de Babel / Espelhos Matriciais é um projecto fotográfico desenvolvido no contexto de um mestrado Multimédia, entre 2007 e 2009, em torno do conceito de identidade, associada à imagem distintiva de cada rosto humano. Como reconhecemos um amigo? Que diferença existe entre o meu rosto e o do meu vizinho? Qual a diferença entre um rosto de homem e de mulher, de um europeu e de um africano, ou de um asiático? Que informação nova existe num rosto que nunca vimos antes? Estas são algumas das perguntas que o projecto pretendeu colocar em cima da mesa desde o início, procurando atingir o essencial da informação identificadora num retrato de uma face humana. Foto de Renato Roque Arquivo de Babel / Espelhos Matriciais 1Descobrimos que todas as questões enunciadas acima estão de facto relacionadas com um conjunto de mecanismos que os seres humanos parecem ter desenvolvido durante o processo evolutivo, criando áreas especializadas no cérebro para conseguir uma identificação/ reconhecimento rápidos e extremamente eficazes.

No projecto que desenvolvemos usámos uma Base de Dados (BD) com 439 retratos, realizados na Universidade do Porto: alunos, professores e funcionários, de ambos os sexos, com idades entre os 18 e os 65 anos. […] Ler mais

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