No VIº Congresso da Associação de Escritoras e Escritores em Língua Galega

No Congresso AELG 2015, por Alfredo FerreiroVários fôrom os temas tratados no “VI Congreso de Escritores/as Galegos/as: Para que(n) escribimos o futuro?“, celebrado em Ponte Vedra em 26 de setembro de 2015, todos eles propostos polas interessadas e participantes no evento. Como três eram as mesas de trabalho a que uma pessoa podia acudir, falarei das três em que me coubo participar.

A mesa de trabalho de “Dereitos de Autoría e Profesionalización”, comandada por Francisco Castro, tinha começado por interessantes considerações suas e por uma pormenorizada síntese das nefastas experiências com editoriais de Xavier Queipo, que valorizou a situação que habitualmente o escritor sofre a respeito da sua falta de proteção no sistema literário e particularmente face aos interesses editoriais. Mas se estes fôrom os conteúdos de partida, logo no encontro propiciado polo Congresso outras questões fôrom trazidas à mesa.

Maria Xosé Queizán, perante a precária situação das escritoras perguntava onde era o muro das lamentações, ao que Francisco Castro replicava que se quadrar lamentar-se não servia. Elena Gallego solicitava referências atualizadas sobre honorários e contratos e arguia a necessidade de formar um critério próprio à hora da estratégia. […] Ler mais

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