Entrega do Certame Manuel Murguia 2016

Este é um pequeno vídeo sobre o evento de ditame e entrega de prémios do “Certame de narracións breves Manuel Murguía” de Arteijo que em 2016, pola primera vez, me coubo a honra de coordenar. Devo agradecer a confiança que a equipa de governo atual, comandada por Carlos Calvelo, depositou em mim, assim como a lavor de organização do evento da equipa de Cultura do concelho, que com uma experiência de 25 anos não deixa nunca nenhum cabo sem atar. E, por suposto, à lavor dos anteriores coordenadores, Julio Mancebo Moreiras e Henrique Rabuñal Corgo, que deixárom um trabalho prévio impecável que só será, no melhor dos casos, possível atualizar.

O trabalho de câmara corresponde à nossa amiga Abo, a quem agradecemos a colaboração.

{Palavra Comum}

[…] Ler mais

Share

Vencedores no Certame literário de Arteijo

a garza insomne 2016 certame manuel murguia 250px«Os prémios conhecêrom-se durante a cerimónia celebrada durante a noite de ontem, 13 de maio às 19:30 hs no Centro Cívico do Concelho de Arteijo. Durante o ato de entrega, que foi comandado polo professor e escritor Henrique Rabunhal, o novo coordenador do certame, Alfredo Ferreiro, apresentou o volume A garza insomne, que recolhe os nove relatos finalistas das  anteriores três edições, e sobre o que valorizou “a colaboração do fotógrafo Xacobe Meléndrez, cuja garça real preside a portada do livro; e também o trabalho esmerado e rigorosamente profissional de Galáxia, editora que nos honra colocando o nosso livro na sua coleção literária principal, fato que assegura a sua máxima divulgação”. O escritor Xavier Alcalá interveio em representação da editorial e confirmou o interesse de Galáxia em apoiar os criadores e as criadoras dentro e fora do país, para o que está empenhada na atualidade na sua modernização e internacionalização, nomeadamente nos mercados hispanófono e lusófono.

A continuação o coordenador leu a ata do júri, composto polos escritores Teresa Moure Pereiro, Marcos Sánchez Calveiro, Antonio Piñeiro Fernández (vencedor na 24ª edição) e Alfredo Ferreiro (coordenador que assistiu como secretário, com voz e sem voto), em que se revelava que  tinham decidido por unanimidade os três prémios dos finalistas:

1º Prémio, com 4.000 € e a publicação da obra, para o relato “Hai patios de luces tristes”, de Diego Giráldez;
2º Prémio, com 500 € e a publicação da obra, para o relato “O mérito da chuva”, de Carlos Quiroga;
3º Prémio, com 300 € e a publicação da obra, para o relato “A aranha de Sidney”, de José António Lozano.

grupo 4 jazzO evento contou com a atuação musical do grupo 4 jazz, que interpretou temas com letra de Manuel Maria assim como outros dos cânones líricos galego, português e brasileiro.

A velada tinha começado com a plantação de uma árvore comemorativa do 25º aniversário do Certame em que luz uma placa com a seguinte legenda: “Com raízes na Terra / a língua medre / e a literatura floresça”. Como fim de festa, ofereceu-se uma refeição de convívio na sala de exposições do Centro Cívico.

A esta edição do certame apresentárom-se 72 obras originais, das que 60 fôrom selecionadas para a valorização do júri por cumprirem devidamente as bases.

Alfredo Ferreiro
Coordenador do Certame».

Share

Finalistas do “Certame de Narracións Breves Manuel Murguía de Arteixo”

logo Certame Manuel Murguia de Arteijo«Reunido o xurado o pasado 30 de abril, a organización do Certame anuncia os finalistas e céntrase na cerimonia de entrega de premios que se celebrará o próximo 13 de maio, venres, ás 19:30 no Centro Cívico do Concello de Arteixo.

Reunido o xurado, composto por Teresa Moure Pereiro (escritora), Marcos Sánchez Calveiro (escritor), Antonio Piñeiro Fernández (gañador da 24ª edición) e Alfredo Ferreiro Salgueiro (coordinador, que asistiu como secretario, con voz e sen voto), decidiu por unanimidade conceder os tres premios ás seguintes obras finalistas (por orde alfabética de autor):

O mérito da chuva, de Carlos Quiroga
Hai patios de luces tristes, de Diego Giráldez
A aranha de Sidney, de José António Lozano

Os premios, que se coñecerán durante a cerimonia, contan coa seguinte dotación: 4.000 € para o primeiro, 500 € para o segundo e 300 € para o terceiro.

O acto de entrega ofrecerá ademais outros alicientes para todos os asistentes: o volume A garza insomne, consistente nunha edición dos nove relatos finalistas das últimas tres edicións do Certame, a actuación musical do grupo 4 jazz, a plantación dunha árbore conmemorativa do 25º aniversario e un viño de honra como fin de festa.

O evento incluirá ademais unha lembranza musical e literaria da figura de Manuel María, escritor homenaxeado este ano no Día das Letras Galegas. Para tal fin contarase durante toda a semana no recibidor do CCC cunhas láminas sobre a súa vida que remitiu a Xunta de Galicia e que foron completadas con outras elaboradas no Concello nas que se mostra a súa relación con Arteixo dende o ano 1996. O día 13 tamén estarán a disposición do público asistente algúns dos libros do autor da Terra Cha.

Contacto: Alfredo Ferreiro (609 653 176)
Coordinador do Certame de Narracións Breves Manuel Murguía de Arteixo».

Share

Herberto Helder, <em>in memoriam</em>

Ontem soubemos que um dos vultos da poesia europeia contemporânea, o poeta português Herberto Helder, iniciou o caminho de retorno. Se calhar ele nunca chegou a saber até que ponto foi o grande referente da poesia moderna para alguns de nós, neste pequeno país chamado Galiza que, sendo o berço certo da lusofonia, esquece cada dia a sua cultura enquanto sorve desesperado as essências da poesia. Somos assim, contraditórios até ao paroxismo, e isso talvez é que nos faz humanos e divinos, efémeros e eternos.

Obscuro e luminoso ao tempo, Helder foi um exemplo de compromisso com o trabalho interior que a poesia impõe, e que pouco tem a ver com a literatura, esse objeto mercantilizado que coisifica a espiritualidade da arte, mede o esforço, calcula os ganhos e contabiliza os aplausos: «[…] O prestígio é uma armadilha dos nossos semelhantes. Um artista consciente saberá que o êxito é prejuízo. Deve-se estar disponível para decepcionar os que confiaram em nós. Decepcionar é garantir o movimento. A confiança dos outros diz-lhes respeito. A nós mesmos diz respeito outra espécie de confiança. A de que somos insubstituíveis na nossa aventura e de que ninguém a fará por nós […]». Por isso nós hoje queremos escrever tão só umas breves linhas de homenagem, breves, seguindo a recomendação do mestre, porque é que a nós, mais do que a ele, dirão respeito. […] Ler mais

Share

A pupila ardente

Acode, ó mar salgado, depois lembrarás a traição da náusea. Ama-me como o vento estilhaça uma pola seca até ser una com a terra. Mas não gostes do gelado da primavera. É o perigo da janela acesa.

Desfaz a pele para te lembrares da carne. O lótus das mil pétalas cresce nos olhos. Um beijo que foge da meixela como o ar que alouminha uma mão baleira. O cigarro acende o sonho. Nós próprios somos a pedra.

Os óculos impedem-nos ver. Sangra um olho cego na tua mão. Então, só então, destapas o lume. O quadrado do tempo. Ou a sombra das minhas mãos a rabunhar a pupila ardente.

Grupo Hedral. No pub El Siglo da Corunha, 1994.

{Grupo Surrealista Galego}

Share

O Grupo poético Hedral reencontrouse n’ Á lus do candil

Grupo poético Hedral na libraría Á lus do candil, de Arteixo (7/12/2012)Levaba un tempo camiñando por esta terra, traballando neste país, criando os fillos como xeracións sen termo fixeron antes ca min e, subitamente, reencontreime con aquel eu mesmo que tiña vinte e cinco anos e profesaba a súa fe na poesía, na vangarda, no anarquismo, no lusismo… Os compañeiros daquela guerra en que loitabamos pola modernidade que nos tocaba construír, contra unha incercia cultural que nos parecía pouco seria, pouco sincera, pouco valente, pouco intelectual, pouco tradicional, pouco profunda e, en denitiva, pouco atractiva e deliberadamente pouco fértil, reuníronse de novo. Percibín como o tempo pasou e, aínda que tolerei os erros doutrora como un avó perdoa e xustifica amorosamente as crianzas, gustei de recoñecer os acertos que da intuición xuvenil chegaron a ser alicerces dunha filosofía que acredita no valor do amor e da arte, que acredita nun país tan forte e tan rico que prefere, máis intelixentemente do que algúns pensamos, aparentar que se deixa levar pola maré, como sen vontade, cando o que desexa é nunca camiñar polo carreiro que lle marcan desde afastados despachos.

Vinte anos pasaron, de guerra íntima e de loita social e, vendo de novo recitar os compañeiros do grupo, revelóuseme que a verdade está noutra parte que nos números do día das eleccións, os números da oficina de desemprego, os números da economía estatal, os números do documento de identidade… A poesía apareceu aquel venres n’ Á lus do candil e a luz fíxose palabra á vez que os números caían derretidos no chao. Os números do latrocinio, cifras dunha falsidade roubada, perante a verdade iluminada da poesía.

Todos os días preciso de ler as noticias políticas e económicas, e todos os días me digo que ler isto é unha tentación malévola que o sistema me ofrece para me contaminar, para que pense que podo mudar algo nesta falsa democracia en que o que o pobo di a ninguén importa, en que o pobo é quen menos ordena.

E cada vez que sucumbo, vexo como o meu corazón se torna escuro, a miña vontade amolece e o desánimo crece en proporción inversa á miña vontade de actuar.

Por iso agora quero dicir que renego íntima e publicamente desa realidade falsa que nos describen a maioría dos medios. Eu non recoñezo máis autoridade que a de quen é autor (cf. Mário Cesariny), e os autores que máis me interesan son os meus amigos, os meus familiares, os meus veciños, as miñas compatriotas, os meus artesaos, as miñas labregas, os meus mariñeiros, os meus xornalistas, as meus profesoras, os meus taxistas, as miñas dentistas, os meus artistas, as miñas escritoras, os meus libreiros… porque día a día son autores da miña vida. Non desexo prestar máis atención ao canto das sereas dun mar que nunca hei de navegar. Eu son de aquí, convosco moro e para vós escribo. E acarón de vós hei de morrer.

Nota: na foto de acima, que me manda Ramiro Torres, figuran (de esquerda e en pé): Alfredo Ferreiro, Luís Maçãs, José António Lozano, François Davo, Pedro Casteleiro, Tati Mancebo, Mário Herrero e Dulce Fernández. O vídeo é de Tati Mancebo.

Share

O Grupo Poético Hedral recitará hoxe en Arteixo

Agora que a libraría Á Lus do Candil (Arteixo) nos convida para recitarmos de novo xuntos, un grande orgullo acode ao meu íntimo cando lembro os esforzos e ilusións doutrora. Pasaron moitos anos desde que, nos distantes anos noventa, ofreciamos recitais como o froito maduro de interminábeis conversas nocturnas sobre anarquismo, nacionalismo, lusismo, esoterismo, tradición e vanguarda, todo isto aplicado desde o corazón para un país que amábamos e necesitábamos mudar.  Estas son algunhas referencias gráficas que puiden rescatar:

Share

Un grupo 'shandy' galego?

Esta obra case lendaria de Enrique Vila-Matas pareceume un deses licores que sempre desexo ter perto, para aqueles momentos baixos en que é preciso reencontrarse co saber intenso da boa literatura. Trátase dunha noveliña que se apoia no aspecto formal no ensaio e argumentalmente constitúe unha sorte de investigación sobre un colectivo de acción artística. Con certo tinte surrealista, a obra refire actuacións e encontros de reputados protagonistas como Duchamp, Scott Fitzerald, Walter Benjamin, César Vallejo, Rita Malú, Valery Larbaud, García Lorca, Pola Negri, Berta Bocado, Alberto Savinio e Georgia O’Keefe, todos estes ben mexidos e maxistralmente temperados cunha lingua literaria saborosamente destilada. Constituída a sociedade secreta, para facer parte dela había dous requisitos imprescindíbeis: a obra do artista debía ser portátil; a outra era que este debía funcionar como unha auténtica máquina solteira. Aínda que non imprescindíbel, era recomendábel posuír certos rasgos especificamente shandys: sexualidade extrema, espírito innovador, ausencia de grandes propósitos, insolencia, convivencia tensa con o duplo, simpatía pola negritude e nomadismo infatigábel.
7poetas_capa_600Porén, a lectura desta obra tróuxome á memoria o que sen sabelo puido ser un incipiente grupo shandy galego, alá polos 90, apenas cinco ou dez anos despois da primeira publicación da História Abreviada da Literatura Portátil (Porto: Campo das Letras, 2006). Éramos sete poetas: José António Lozano, Pedro Casteleiro, Mário Herrero, Tati Mancebo, François Davo, Luís Maçãs e quen isto agora lembra; contábamos ademais co apoio inestimábel de Dulce Fernández e con o albergue inigualábel da Agrupaçom Cultural O Facho. A nosa creatividade frenética durante as noites de case unha decena de anos pola Coruña adiante deu como fruto visíbel un libro denominado 7 poetas. Na capa podía verse unha foto en negativo da Torre de Hércules, facto que para min sempre singnificou a “reapropiación lexítima do símbolo herculino”, furtada, como toda a cidade, á cultura galega polo alcalde Francisco Vázquez.
7poetas_recitalPois ben, editamos o libro no cuarto da miña casa e imprimimos tan só 200 exemplares, 150 dos cais foron enviados a institucións e persoas relevantes. Despois de varios meses, poucas persoas nos tiñan acusado recebemento: Biblioteca González Garcés da Coruña, Biblioteca Municipal de Narón, Luciano Rodríguez, Xosé María Monterroso, Xosé Lois García, Cesáreo Sánchez, Francisco Fernández del Riego, Kathleen March, Vergílio Alberto Vieira, Miguel Anxo Fernán Vello e, das terras interiores da Goiânia, o brasileiro Gabriel Nascente, de quen recibimos unha fermosa nota de xornal que aquí por primeira vez reproducimos.
Lembro que na altura eramos ben conscientes da nosa singular posición político-cultural, que sempre poñiamos atrás das maiores ambicións poéticas, as cales tiñan evidentemente moito máis a ver cun gnosticismo fortemente intuído do que co pacato éxito editorial. Neste cadro, a ninguén pode sorprender de que modo intestino celebramos a publicación da obra: en lugar de organizar unha presentación pública decidimos reunirnos nós mesmos nun lugar afastado á beira dun río e comer e beber xuntos á saúde dos lectores do noso libro, naquel momento ignorantes da báquica homenaxe que lle estabamos a dedicar.
7poetas_gabrielnascente2-1024x468Por esta actitudes e por outras consideracións que paso a refenciar eramos, sen sabelo, unha sorte de clube shandy, a saber: a) a obra do poeta debía ser invisíbel, e para iso nada mellor que escribir o galego con grafía portuguesa, que aínda que histórica, filolóxica e romántica é a máis desprezada polo poder neste país, e por tanto inoperante no permanentemente incipiente mercado literario galego; b) o poeta debía funcionar como unha máquina solteira, o que sin excepción se concretizaba en que política e poeticamente non nos casabamos con ninguén, e implicaba, por outra parte, que non contásemos con padriños. Nunha ocasión en que estes si quixeron aparecer, o seu apoio viña condicionado a que expulsaramos do libro colectivo o François Davo, para dar lugar a unha obra coruñesa sen contaminacións exóticas. No entanto, se o François non estaba no grupo para atribuírmonos un marcado carácter internacional, interesante se quixésemos vender unha marca, tampouco había de restar coruñesismo ao proxecto. A poesía estaba por riba de todo, como unha ponte que salva o superfluo e une o esencial.
7poetas_conviteA maiores destas características, outras nos marcaban en diversa medida: espiritualidade extrema, afán innovador, ausencia de grandes propósitos editoriais, anarquismo, creación en grupo, simpatía pola lusofonía e nocturnidade infatigábel. Por todos estes motivos, e aínda por outros que esquecín ou non me atrevín a lembrar, puidemos ter promovido, sen sabelo, unha secreta conspiración literaria, o que se cadra nos haberá de inspirar para o resto das nosas vidas.

Share

Despois da presentación do libro…

…un momento para a conversa inspirada so os efectos da amizade e os ambientes dionisíacos. Obrigado a todos e todas as asistentes ao acto (de corpo ou de vontade) e ás persoas que logo me acompañaron nunha noite memorábel.

Metal central, de Alfredo Ferreiro_presentación na CoruñaFoto: Tati Mancebo

Share

“A filha do contador de histórias”

saira-shah.jpg

Um dos livros mais notáveis que li ultimamente intitula-se A filha do contador de histórias (The Storyteller´s daughter), de Saira Shah, jornalista británica de origem afegã, autora também dos documentais Beneath the veil, Unholy war e Death in Gaza em colaboração com o seu amigo James Miller (assassinado por soldados israelitas durante a elaboração deste último documental). O livro pode-se encontrar em Edições Asa na categoria de Documentos e narra a experiência de uma jovem criada e nascida na Grão-Bretanha mas originária de uma ancestral família afegã cuja linhagem se remonta mais de mil anos atrás. Saira Shah situa-nos na órbita inspiradora do seu pai, quem a seduze e embebe das mil e uma histórias que lhe falam de um Afganistão perdido mas povoado e habitado pela memória e a imaginação. Fala-nos da chegada da adolescência e da necessidade de viajar à India e conhecer parte da sua família, com o contraste inevitável oriente-ocidente, da sua incursão com vinte e um anos na guerra dos mujahidin disfarçada de homem e de certa tristeza do seu pai quando este lhe diz que não vaia ao Afganistão, pois se realmente soubesse e aprendesse das histórias não precissaria de ir lá. Conta-nos como chegou até o Hindu-Kush, ao Nuristão, onde viviam gentes alheias ao Afganistão em guerra, como se encontra com o poeta Majruh (do que já falei aqui) e como é afectada pelo seu assassinato, os seus conflitos com os diferentes bandos, o seu olhar sobre a condição feminina e masculina, a chegada dos talibães e o seu valor ao passar e introduzir-se num hospital com o burka … Em definitivo, uma história real escrita com talento, inteligência sensibilidade e humor que fai cair muitos mitos sobre a maneira de focar a vida e a condição humana, longe de dicotomias simplistas e ideológicas. Como a própria autora diz algures, lembrando Rumi (continuamente evocado no ínicio de cada capítulo junto a Saadi ou Hafez): “Mais alto, mais alto, eis aí o espírito humano” Deixo-vos, pois, com este convite que não seria má leitura para o verão, do que não há tradução espanhola (que eu saiba) e da que, porém, dispomos numa boa tradução portuguesa.

Share