Presentación do libro “A secreta melancolía da garza” e Bases do 29º Certame de Narracións Breves Manuel Murguía de Arteixo

14 de novembro, xoves, no auditorio do Centro Cívico e Cultural ás 20:00 hs.

Arredor do libro, colectánea dos relatos vencedores nos tres últimos anos do Certame, será establecida unha tertulia pública que contará coa presenza de José António Lozano, Mercedes Leobalde e Tiago Alves Costa, persoas gañadoras dos últimos tres anos, do Alcalde de Arteixo, Carlos Calvelo, do deputado de Cultura da Deputación da Coruña Xurxo Couto e do escritor Xavier Alcalá, que representará á Editorial Galaxia.

No mesmo acto, o director literario do Certame, Alfredo Ferreiro e o Alcalde de Arteixo, Carlos Calvelo, farán públicas as bases da 29ª edición do Certame.

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Azeta Letras Galegas 2017 B

Letras Galegas 2017 (1)

Começa uma rica semana em eventos culturais em volta da celebração das Letras Galegas 2017. Hoje e amanhã andaremos polo meu antigo bairro corunhês, a Cubela (entre a Gaiteira e a Estação de Autocarros). Colaboraremos com o nosso querido livreiro Suso da livraria Azeta e andaremos a falar de literatura e a recitar poesia acompanhados dalguns dos maiores vultos da literatura actual, também vizinhos muito prezados. Este é o programa:

Azeta Letras Galegas 2017 B

Azeta Letras Galegas 2017 A
A inciativa do Concelho da Corunha, tão louvável (cfr. Programa Dia das Letras 2017 A Corunha) divulgou-se com este vídeo:

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Frances Tati Abo e Xavier por Alfredo Ferreiro

«O ansiado retorno de Luís Vaz de Torres»

Grial revista de galega de cultura 210No último número da Grial – Revista Galega de Cultura – 2010 (cfr. índice em PDF) tive a honra de publicar um artigo (“O ansiado retorno de Luís Vaz de Torres”) sobre a minha descoberta pessoal em volta de mais um dos factos históricos que permanecem ocultos na História da Galiza a causa do manto obscurantista da historiografia espanhola, quando não da portuguesa. Trata-se do périplo de Luís Vaz de Torres, um marinho que possivelmente tenha descoberto a Austrália e que a cineasta dos antípodas Frances Calvert nos quer ressaltar com o projeto de fazer um documentário para assombrar o mundo. Como nós não podíamos deixar de atender a proposta, eis o relato do encontro em Ferrol em 2015:

«Para algúns de nós nada pode haber mais interesante que atopar un novo episodio da Historia do país que, como acontece en tantas ocasións, permanece esquecido ou insuficientemente atendido polo sempre excesivo centralismo da academia española, consecuencia da habitual política cultural do Estado. Hai ocasións, demasiadas creo eu, en que, ao cuestionarme o discurso oficial da historiografía española que transcende a escolas e institutos, teño pensado: “Castela naceu das premeditadas ruínas da Galiza”. É triste que para que un país naza sexa necesario arruinar o pasado de outro e até impedir que respire. E o feito por veces é tan evidente que, se ben o profesor Claudio Sánchez Albornoz cualificou España de “enigma histórico”, ben poderíamos dicir que a Galiza constitúe, polo seu aínda oculto pasado, o auténtico enigma de España. Read More

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Compromiso por Galicia na Corunha em 2016 por Alfredo Ferreiro

Tolerância gráfica

Há já tempos que vimos advogando pública e privadamente pela promoção de uma nova atitude de rotunda tolerância gráfica, nada nova certamente para quem quiser ouvir (cfr. “O galego e os limites imprecisos do espaço lusófono” do professor Xoán Lagares). Uma atitude necessária, democrática e fraterna entre todos os utentes da língua galega, conscientes da luta por um objetivo comum perante as afrontas constantes dos poderes antigalegos e o declínio permanente da cultura. Se o patriotismo existe e serve para algo, não deve ser muito mais do que isto. Por isso o manifesto “O fim do Apartheid”, publicado por um pequeno grupo de pessoas entre as que figura Teresa Moure, me resultou tão grato.

A proposta, se bem entendida, só pode ser boa para a nossa língua. Defendem o possível convívio de vários modos de grafar o galego, de modo que se convertesse em natural apresentar-se a prémios, publicar livros, colaborar na imprensa, figurar nos livros de texto, aceder a prémios da crítica, etc, em qualquer normativa que fosse, e para isso tentam exorcizar a censura ativa e passiva que incontestavelmente sofrem as obras reintegracionistas apelando ao melhor espírito galeguista das agentes culturais, tanto criadoras quanto técnicas.

No entanto, alguns intelectuais não chegaram a compreender o positivo da proposta, embora tenham muito dignamente ocupado seu tempo em valorizá-la. Read More

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