Demipage homenaxea Raymond Queneau

Raymond QueneauMarta Caballero: “Taller de Literatura Potencial o, en francés y abreviado, Oulipo, lo que significó hacia los años sesenta la unión de mentes literarias y matemáticas para elevar las letras a la enésima potencia. En la pandilla de entonces figuraban Raymond Queneau y François Le Lionnais junto a gente como Italo Calvino, Georges Perec, Julio Cortázar, Marcel Duchamp… y de sus experimentos surgió un libro mítico, Cien mil millones de poemas, de Raymond Queneau, obra insignia de aquella propuesta en la que se incluían diez sonetos cuyos versos eran combinables y rimaban entre sí hasta un total de 100.000 mil millones de lecturas posibles. Un libro, recuerda hoy el editor David Villanueva, con el que un lector podía tener lectura durante 200 años. […]”

Interesante o vídeo que ilustra o formato do libro.

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Alfredo Ferreiro nasceu na Corunha em 1969. Estudou Filologia Hispânica e iniciou-se na Teoria da literatura. É membro da Asociación de Escritoras e Escritores en Lingua Galega e da Associaçom Galega da Língua. Tem participado desde 90 em inúmeros recitais de poesia e colaborado em revistas galegas e portuguesas, entre elas Anto e Saudade, sob a direção de António José Queiroz. Na atualidade é membro do Grupo Surrealista Galego. Como crítico tem colaborado em publicações periódicas impressas como A Nosa Terra, @narquista (revista dos ateneus libertários galegos), Protexta (suplemento literário de Tempos Novos), Dorna e Grial, para além de em diversos projetos digitais. De 2008 a 2014 dirigiu, junto com Táti Mancebo, a plataforma de blogues Blogaliza. Desde 2006 é asíduo dos meios eletrónicos, em que se dedica à divulgação da literatura e do pensamento crítico. Atualmente colabora no jornais Praza Pública e Sermos Galiza. A inícios de 2014 fundou, junto com Táti Mancebo e Ramiro Torres, a revista digital de artes e letras Palavra comum, dirigida ao âmbito lusófono. Desde outubro de 2015 é coodenador do Certame Manuel Murguía de Narracións Breves de Arteixo.

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