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PEN International não atende queixas de sócios galegos

Juan Oliver (La Duda): «[…] PEN Club International planea celebrar el próximo otoño en Ourense su congreso anual, cuya organización recaerá en el centro gallego. Alcalá y otros miembros del mismo denunciaron el oscurantismo de la directiva, que no facilita el listado de sus miembros, que ni siquiera aparecen en su página web, completamente vacía de contenido y en la que tampoco aparece mención alguna a la cita ourensana. Algo realmente extraño si se tiene en cuenta la promoción que recibió el año pasado el Congreso de Québec, cuya web aún permanece activa en varios idiomas y repleta de informaciones de interés. Los escritores descontentos con la directiva gallega denunciaron asimismo que no pudieron presentar candidatura alternativa en la asamblea precisamente porque no se les facilitó el listado de socios, a pesar de que lo reclamaron oficialmente. Además, Tosar pidió el voto delegado para una candidatura de la que luego desaparecieron varios nombres de autores a quienes no se había consultado previamente sobre su presencia en la misma, y que exigieron ser borrados de la ejecutiva que muchos de sus compañeros apoyaron pensando que su presencia en la lista era legal.

Los críticos añaden que el PEN gallego tiene su sede en un edificio oficial (la Casa da Parra de Santiago, propiedad de la Xunta), que recibe una subvención anual del Gobierno autonómico de más de 20.000 euros anuales de la que no se rinden cuentas, y que Tosar estuvo casi de 20 años al frente del club incumpliendo reiteradamente la norma que obliga a convocar las preceptivas elecciones cada cuatro años. Este diario trató en reiteradas ocasiones de ponerse en contacto con el presidente, pero nadie atiende el teléfono que figura como contacto en la Casa da Parra.

Por su parte, en respuesta a Carles Torner, Alcalá le indica: “ Estoy de acuerdo con usted en que cada centro Pen en el mundo es autónomo, pero yo me dirigía al International en petición de que actuase como juez de paz. Quizá unas palabras de ustedes pudiesen haber hacho entrar en razón a la directiva (¿legal o ilegal?) del Centro Pen Galicia. Mientras tanto, aquí seguimos sin respuesta a lo fundamental: quién es quién en ese Centro (¿estamos ante una gran impostura?). Espero que los avatares políticos -españoles, gallegos y, particularmente, ourensanos- no entorpezcan el desarrollo del Congreso en la Auriens cargada de historia y patria de tan grandes escritores (se acaba de saber que coinciden las fechas del Congreso con las del juicio de los señores Baltar, padre [Xoslé Luis Baltar Pumar, ex presidente de la Diputación de Ourense] e hijo [Xosé Manuel Baltar, sucesor de su padre en la presidencia del  organismo])”. La Diputación de Ourense ha sido una de las adminsitraciones que ha mostrado más disposición a apoyar y financiar la organización del evento.» {Ler mais: El PEN International se desentiende de las quejas sobre las irregularidades del centro gallego}

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Xavier Alcalá: “O Centro Pen e a Academia son clubs de pouca xente”

Xavier Alcalá na Praia da Magdalena (Cabanas)

Xavier Alcalá na Praia da Magdalena (Cabanas)

JUAN OLIVER: «-[…] Pero seica anda agora a teimar contra un poeta que se di moi internacional.

– Insinuación cabrona, pero non vou deixar de entrar a ela […]. Falando de pailáns, ou máis precisamente de pailáns poetastros, eu non ando a putear ningún poeta. Coido que te referías ao do Centro Pen de Galicia, ¿non?

– A iso mesmo. Anda por aí a especie de que quere cargar o seu presidente, poeta.

– Nego a maior. E non admito emisarios con ameazas nin rogos. Non é unha cuestión de persoas senón de diñeiro. Read More

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feria del libro de buenos aires 2016 2

Sobre a Feira do Livro de Buenos Aires

Feira do Libro de Buenos Aires 2016 autoresLá vão as nossas escritoras e escritores para a Feira e quase ninguém sabe o que pretendemos vender. E isto não é pola sua falta de criatividade, do seu imenso voluntarismo ou de um inviolável compromisso com a língua do país. É devido ao incerto interesse dos nossos responsáveis políticos por aproveitar isso que se está a converter numa vácua litania: a FILBA (21 de abril a 9 de maio) é uma ocasião única para visibilizar a nossa cultura!

Ninguém deve duvidar de que a nossa literatura, neste mercado global que agora tudo governa, tem de internacionalizar-se, e começar por Madrid ou Buenos Aires poderá de ser uma opção incontestável. Também sabemos que a organização da Feira está a dedicar os seus melhores profissionais (alguns deles de ascendência galega) na divulgação dos nossos produtos. Mas se a vontade do nosso governo fosse real, esse de trabalharem sinceramente pola divulgação do produto cultural, certas cousas não se teriam ouvido como nós tivemos ocasião de ouvir. Ora, nós não desejamos divulgar rumores nem arriscar-nos a ser injustos argumentando sem fundamento, e cingir-nos-emos àquilo que os responsáveis implicados, tanto políticos quanto diversamente institucionais, deveriam ter feito explícito:

1) Em que sentido é necessária a internacionalização da literatura e em geral a cultura no contexto do mercado atual?

2) Como repercutirá essa hipotética internacionalização na imagem do país? É possível e mesmo necessário trabalharmos por uma hipotética «marca Galiza» ou nos conformaremos sempre com ser um irrelevante e incompreendido sector do mercado espanhol?

3) Por que esse número de pessoas foi convidada com o dinheiro de tod@s e qual foi o critério para as escolher?

4) Por que esse número de livros foi enviado à Argentina e quais são os ganhos que se pretendem tirar? São suficientes 15 ou 40 exemplares de alguns títulos por editorial para surpreender a maré de leitores da feira com mais vendas da América Latina?

5) Que vendas de direitos —de compras não falamos— se estimam fazer?

6) Como se preparou o terreno e quanto se investiu em divulgar os produtos culturais nos meios argentinos?

7) Já que poucos livros se poderão mandar à feira, quanto se investiu em abrir canais para a venda de livros eletrónicos, um mercado que não deixa de medrar à par da queda permanente dos livros em papel?

8) Quando será apresentada uma valorização realista do esforço realizado? Serão as próprias autoras e autores a quem injustamente reclamaremos o trabalho de intendência e estratégia que os responsáveis da política cultural deviam aprimorar?

Lembro como na época do governo bipartido as vozes da oposição acusaram as nossas criadoras de tomarem uns simples mojitos, enquanto sobre o mesmo céu cubano anos antes enviados de governos anteriores tiravam do bolso da camisa um grosso feixe de bilhetes ao tempo que lhe diziam ao encarregado do Tropicana: “Y que luego esas señoritas se vengan a sentar con nosotros, haga el favor”. Não amigos, não vi nestes dias previsão, nem estratégia, nem quaisquer objetivos claros para lograrmos que os dinheiros investidos podam repercutir positivamente no país, tanto na sua cultura quanto na sua indústria cultural. E isto só indica mais do mesmo: enquanto não se desterrar a opacidade dos investimentos públicos, enquanto não se declarar quanto e para que se vai gastar, enquanto não se operar com um critério técni co e económico clarificado qualquer projeto que nascer dos nossos governos semelhará um chiringuito e, em consequência, os convidados a participar uns enchufados.

E se digo isto é porque acredito, como tantas vezes tenho defendido, no talento dos meus colegas. Por isso me parece tão injusto que a evidente incompetência de muita classe política turve a indiscutível dignidade da nossa cultura, tanto a mais antiga e tradicional conservada polo povo quanto a que com imenso esforço @s noss@s artistas continuam a parir cada dia. Logo os inimigos da cultura dirão que fôrom dinheiros deitados no lixo, e este lixo nos sujará a tod@s.

{Sermos Galiza}

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Pen Club Congress Ourense

Membros do Centro Pen Galicia buscam amparo no Pen International (laduda.net)

Ainda que nós nada novo tenhamos a dizer sobre o particular, semelha que os movimentos de revolta continuam a turbar, ou se quadrar prentender aclarar, as contas e os métodos de trabalho do Centro Pen Galicia:

«LD / Un grupo de escritores asociados ao Pen Clube de Galicia, encabezados por Xavier Alcalá, ven de dirixirse á directiva do Pen International para pedir o seu “amparo” ante as irregularidades que, segundo denuncian, tense producido o pasado mes de febreiro no proceso de elección da executiva da filial galega do centro, dirixida polo poeta Luis González Tosar. Eses feitos, na súa opinión, poden poñer en risco a celebración do congreso que a asociación internacional de escritores prevé celebrar en Ourense o próximo outono.

Tras unha conversa telefónica e nunha longa mensaxe por email enviada ao director executivo do Pen International, Carles Torner, e ao director literario da organización, James Tennant, Alcalá pide o seu “amparo”antes de “xudicializar” un conflito que, ao seu xuízo “pode levar aos escollos do escándalo non só a lancha do centro Pen galego senon ao propio buque do Pen International”.

Tal e como publicou La Duda en varios artigos aos que se pode acceder ao final deste texto, o proceso de escolla do centro galego da organización estivo batuxado de numerosas irregularidades: en primeiro lugar, porque nos seus vinte anos de existencia incumpríuse reiteradamente a regra que obriga a convocar eleccións cada catro anos. En segundo lugar, porque a asamblea convocouse ás presas e cun escaso prazo que impedíu na práctica que se presentaran candidaturas alternativas á de Tosar. E como terceiro engadido, porque esa posibilidade tampouco podería terse producido xa que, por riba, a directiva non facilitou o censo de membros do clube aos asociados que o solicitaron. A listaxe non figura na web do clube, que ten a súa sede nun edificio propiedade da Xunta de Galicia (o número 30 da Casa da Parra, en Santiago), onde ninguén atendeu en tempo e forma ás citadas e reiteradas peticións (o último burofax enviado foi recollido o día despois do peche da recepción de candidaturas).

Finalmente, na asemblea, celebrada o 20 de febreiro resultou elixida unha lista que aparecen vocais que non estaban, e desaparecen outros  que sí figuraban na lista para a que Tosar solicitou o apoio por carta, instando aos socios que non ían asistir á xuntanza que delegaran nel o seu voto. O quorum da cita foi paupérrimo e como para replantexarse a lexitimidade do acordado: acudiron 13 personas e só outras 13 delegaron o voto. E foron estes últimos os que, ao facelo, elixiron a uns representantes distintos aos que tiñan pensado elixir. […]»

{Membros do Pen Clube piden “amparo” á directiva do Pen International polas irregularidades do centro galego – laduda.net}

Atualização 23/05/2016: LA REGIÓN: “Recepción de Baltar a la presidenta del Pen Club Internacional“; TELEMIÑO OURENSE: “Recepción Baltar presidenta Pen Club Internacional“; TELEMIÑO: “Recepción Baltar presidenta Pen Club Internacional“; LA VOZ DE GALICIA: «El congreso analizará la violencia contra las mujeres y la censura».

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Enfim, a contestação do Centro Pen Galicia

centro pen galiciaA tentativa de debate sobre política cultural que comecei em 27 de janeiro chega a termo. O Centro Pen Galicia, a quem inicialmente tomava como exemplo de opacidade na gestão e me servia de pretexto para denunciar a indigna situação económica e os agravos comparativos com que a Conselharia de Cultura, Educación e Ordenación Universitaria e a Secretaria Geral de Política Lingüística distribuem irrisórios e até insultantes contributos, publicou uma contestação à minha carta aberta.

Quase nada resta por dizer já, ao menos pola minha parte. O Centro Pen Galicia estima que não funciona de modo opaco e mesmo se defende de acusações que não creio ter dirigido contra ele, mas contra os diversos governos e instituições galegos: o “agravo comparativo”, que acho evidente se comparadas as atividades com as da AELG e tendo em conta que recebe esta as mesmas ajudas. Também não creio o ter acusado de “inatividade” nem de qualquer “trato de favor” que, dado o caso, teria acontecido também de parte de quem concede apoios económicos em virtude de uma tabela dada de méritos.

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“O PEN Galicia cabalga cara ao seu congreso internacional”

Santiago Jaureguizar

Galipedia (2009)

Santiago Jaureguizar: «[…] O escritor compostelán Suso de Toro protestaba a semana pasada en Twitter por non figurar na Lista de Bos Aires, que é como se coñece aos escritores, editores e adxuntos que van representar a a Santiago na feira do libro da capital arxentina. Queixábase De Toro por non ser convocado cando non hai moitos que teñan escrito tanto sobre a cidade. Vou opinar sen ironía: leva toda a razón. Poucos escribiron tanto sobre Compostela. O novelista en excendencia non tardou en darse un cariño noutro ‘tuit’: «O Concello quere que vaia, intentarei solución». Martiño Noriega dispón de varias prazas. Read More

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