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A pupila ardente

Acode, ó mar salgado, depois lembrarás a traição da náusea. Ama-me como o vento estilhaça uma pola seca até ser una com a terra. Mas não gostes do gelado da primavera. É o perigo da janela acesa. Desfaz a pele para te lembrares da carne. O lótus das mil pétalas cresce nos olhos. Um beijo que foge da meixela como […]

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Laboratório poético ao vivo

Hoje quero trazer para aqui a totalidade do silêncio na fotografia de um poeta de olhos fechados e aberto coração: sombra alongada, cristais de um azul perpétuo, música de alfândega que não aplaudirás até ao prenúncio da morte para um teu novo nascimento. Enfim sombra, miopia, desejo (as malas do poeta). O sangue do comboio é derramado no deserto, no […]

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